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terça-feira, 15 de outubro de 2013

VAIAS - NEM UM ABANO - CONFUSÃO NO SORTEIO DO CARRO



"Eu gosto de dar abono para os professores."
  
O baile do Professores deste ano vai ficar marcado: o prefeito foi vaiado ao começar o seu discurso; quem foi esperando abono voltou para casa frustrado e uma confusão no sorteio de um carro levou mais de 10 minutos para ser resolvida.
  
"Todo professor tem um carrinho em casa."
  
"No ano que vem continuam os abonos."

Ao sortear um novo número, após o não aparecimento do ganhador sorteado anteriormente, uma professora apareceu e alegou que gritou e não foi ouvida e percebida ao ser sorteada. Aí começou a confusão, mesclada com a inabilidade do prefeito e seus secretários em administrar o conflito. Vi a hora em que eles iam pedir socorro à direção do Sepe Lagos, pois tentaram fazer, sem êxito, uma votação com os presentes e era notória a divisão de opiniões entre entregar o carro e prosseguir o sorteio. Depois tentaram fazer com que a professora fizesse um apelo no microfone. Ela disse que era seu direito e não faria apelo nenhum. A situação só se desenrolou quando o prefeito prometeu dar um carro à parte à professora.

Nota do blog: Quanto à política de abonos que segundo o prefeito deve retornar, se não for atrelada a um reajuste correto dos salários, devemos ter a consciência do quanto lesa o funcionalismo no que diz respeito ao seu imediatismo e da sua não incorporação aos vencimentos, aposentadorias e pensões. É preciso ficar atentos por que em abril do ano que vem deverá haver um reajuste geral de acordo com a Lei do PCCR.




segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Nota oficial – Sepe Lagos – 14 de Outubro

O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe Lagos) vem à público responder as acusações descabidas do prefeito de Cabo Frio. O movimento da categoria não tem bandeira partidária – e o prefeito sabe disso – e merece todo o respeito e atenção por parte do Executivo. Aliás, se as reivindicações da classe tivessem sido atendidas, conforme prometido pelo prefeito, os profissionais da educação da cidade não precisariam fazer outra greve de advertência de 72 horas.  




Vamos responder às críticas do Executivo por tópicos:

- O prefeito sabe quais são as reivindicações que fazemos e, ao contrário do que publicou em seu blog, não houve acréscimo de nenhuma. Todas as reivindicações que fizemos – desde o início do ano – foram mantidas. Só para lembrar (fim da obrigatoriedade do curso dentro da carga horária de um terço do professor – segundo o parecer 9 do Conselho Nacional de Educação, 50% do tempo o professor deve utilizar na escola com reuniões pedagógicas, conselho de classe e projetos; e 50% em local de livre escolha do professor para que o mesmo possa planejar as aulas; acerto da hora-aula; Isonomia salarial para os contratados; Isonomia salarial para inspetores e auxiliares de classe; Insalubridade para as cozinheiras e auxiliares de serviços gerais; Chamada dos concursados; Data base de abril que não foi paga e Ressarcimento do Ibascaf);

- É bom lembrar que a categoria decidiu pela nova greve de advertência de 72 horas para cobrar o que foi definido na reunião, no último dia 17 com o prefeito, e votado em assembleia;

- Vale ressaltar mais uma vez que a Secretaria de Educação rompeu com as negociações quando voltou a cobrar a obrigatoriedade do curso;

- O Sindicato sempre está disposto a negociar as reivindicações com o Executivo. Mas o prefeito está mostrando em notas divulgadas em seu blog, que a vontade de solucionar as questões que estão pendentes não é recíproca;

- É bom lembrar que a greve é um direito Constitucional do Trabalhador. Cabe aos trabalhadores decidirem quando e porque a usarão como instrumento de pressão para que os patrões ou os governos atendam às suas reivindicações. Por esta razão, ninguém pode ser punido por realizá-la, mesmo que esteja em estágio probatório, no caso dos servidores municipais.
A greve é a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, da prestação de serviços ao empregador. Este direito é garantido pela Constituição Federal, em seu artigo 9º: “É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”.

Por tudo isso que esclarecemos, mais uma vez, lembramos que é inútil tentar manchar a imagem do movimento que é sério, legítimo e livre de amarras políticas. Ressaltamos que, ao invés de atacar os profissionais da educação, o prefeito poderia receber o Sindicato e retomar as negociações da categoria, uma vez que, de acordo com o próprio chefe do Executivo, ele é “um homem preocupado com a educação”.

Estamos aguardando!

DOCUMENTOS PERDIDOS

DOCUMENTOS DE  LUCIANA C. DOS SANTOS

domingo, 13 de outubro de 2013

O alvo não é o Sepe!

Nos últimos dias temos assistido a um verdadeiro bombardeio do governo ao sindicato que representa os trabalhadores da educação de Cabo Frio, o Sepe Lagos. Esse massacre por parte do prefeito, secretários, portariados e blogueiros remunerados para tal função tem na verdade objetivos ocultos, mas que não passam despercebidos a uma leitura e uma observação mais atenta do que é lançado, a princípio,  contra a entidade.
Escrevo aqui como cidadão e servidor da educação filiado ao Sepe. Não tenho nenhuma motivação senão a de amenizar a minha indignação com essa tentativa de criminalizar um movimento legítimo e que traz em seu seio as reivindicações de toda uma classe. E tudo que aqui “desce” da minha mente aos meus dedos é fruto da minha análise, do que penso a respeito dessa guerra desigual e inútil em que o governo se lançou contra os próprios servidores do município que por ora administra.   
Vejamos:
  • Dizem que o Sepe faz greve, que o Sepe isso e aquilo – Ora, o sindicato por si só não resolve nada, não delibera nada. Tudo o que é decidido o é pelos integrantes das assembléias as quais o Sepe tem o dever estatutário de presidir. A palavra, como é de praxe, fica franqueada a qualquer profissional da educação presente, e dessa forma as propostas surgem a todo momento, seja por parte da direção do Sepe quanto da plenária. Tentam atribuir ao Sepe essas decisões, por um simples motivo: bater de frente com toda uma categoria seria politicamente em erro infantil. Todavia, quando miram no Sepe, o tiro acaba se “espalhando” pela categoria toda.
  • Dizem que as reivindicações vão “falir” a cidade, que vão precisar demitir, que os pagamentos dos servidores poderá atrasar – Meu Deus, um município RICO, que já arrecadou até o presente  momento 566 MILHÕES de reais. Uma média de 56,6 MILHÕES POR MÊS! Será que não têm vergonha de usar esse argumento? A propósito, cadê os balancetes quadrimestrais da atual administração? Por que não colocam no Portal da Transparência uma opção de “despesas acumuladas” para que o cidadão possa ver nas rubricas específicas o que se gastou até o momento? Vamos ser bonzinhos e admitir, apenas para uma breve verificação, que metade dessa arrecadação tenha sido usada para pagamento de pessoal, o que estaria próximo do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Seriam então 288 milhões. E os outros 288 MILHÕES? Ainda assim, E por mais que queiramos acreditar no governo, é muito dinheiro ainda, minha gente. Volto a dizer: esse argumento é para jogar os servidores uns contra os outros, e a população mais desinformada contra os servidores. Outra coisa: o governo fez estudo de impacto orçamentário para criar essas secretarias e coordenadorias novas? Se não, agiu de forma criminosa e inconsequente. E o Ibascaf, que faz parte da administração indireta, recebe o que lhe é devido do recolhimento das contribuições dos servidores? Tem um estudo atuarial das aposentadorias presentes e futuras?
  • Dizem que o Sepe não está satisfeito com o que o governo chama de super-folha salarial – Primeiro, sabemos que esse governo, assim como os sucessivos governos que passaram pela nossa cidade, nunca foi fã de servidores bem remunerados. Isso atrapalha as ações populistas: abonos, brindes sorteados em festas, etc. Sem falar que a massa de manobra se reduz consideravelmente. Lembremos que o atual governo tentou através do diretório municipal do Partido da República melar o PCCR no Tribunal de Contas do Estado. Um partido aliado nunca iria fazer isso sem o consentimento do “chefe”. Que também enviou um PCCR bem abaixo do combinado para a câmara empurrar goela abaixo dos servidores que nada tinha a ver com o PCCR que foi fruto dos intensos estudos de impacto financeiro dos sindicatos com o governo e que recebeu deste o aval para a sua implantação. Ademais, que raciocínio é esse que não leva em conta que o dinheiro circulando mais na nossa cidade fortalece a sua própria economia, as empresas locais e seus empregados? E ainda: ter servidores relativamente bem remunerados deveria ser motivo de orgulho para um administrador. Afinal, são mais famílias que têm melhores de vida em nosso município. São pais e mães que podem planejar um futuro melhor para os seus filhos. Para terminar, que o governo então mostre com documentos e farta divulgação para a sociedade o verdadeiro percentual que a folha salarial representa.
  • Dizem que o Sepe age por motivações políticas e interesses eleitorais dos seus dirigentes – Essa estratégia de dividir as pessoas em dois grupos já ta pra lá de manjada. Sabemos que as pessoas têm suas preferências políticas, e posso afirmar que partindo da direção do Sepe elas são várias, e não duas como querem os governistas. Isso é parte da democracia. Quem entra pra direção de um sindicato não tem que fazer voto de “castidade” política. Apesar disso tem gente da direção que nem gosta de política. Quer “valorizar” o passe, então inventa outra. Ah, e o Sepe, cumprindo o seu dever, tem mandado os ofícios pedindo audiência com o prefeito, o que mostra que como entidade representativa dos servidores está empenhada no sentido de conciliar os interesses destes com as possibilidades da administração municipal. Cabe-me ainda acrescentar que quem partiu para a radicalização foi o governo no momento em que entrou na justiça para impedir que os servidores possam exercer seu direito constitucional de fazer greve e paralisações.

Dessa forma, tudo me leva a crer que esses episódios de ataque ao Sepe Lagos têm na verdade outro alvo: os próprios servidores. São eles que ficarão vulneráveis se não tiverem representantes que não se curvem ao poder. Que mesmo sob a tentativa de desmoralização e desqualificação permanecem fiéis aos ditames estatutários da entidade que dirigem. Uma revisão dos vencimentos se aproxima. Será em abril do ano que vem. Fora os servidores da Comsercaf que esperam ver nos seus contracheques a concretização do seu PCCR específico recentemente aprovado pela câmara. E também os agentes de saúde, que encerraram a sua greve depois da promessa de serem efetivados conforme determina a Carta Magna.
Devemos de nossa parte manter a devida vigília. E tomar cuidado para não cair na armadilha das palavras engenhosamente concatenadas para nos desviar do raciocínio correto e induzir ao que é conveniente para quem, do lado do governo, as lança ao teclado. Não podemos aceitar que a nossa liderança sindical seja MASSACRADA da maneira como estão fazendo debaixo das nossas barbas, sob pena de estarmos aceitando, pela nossa omissão, tudo o que vem por trás disso. E creio não seja pouca coisa.
Aí sim, vamos dar a verdadeira mostra do que é que faz uma categoria ser devidamente respeitada pelo seu tamanho e pelo potencial de convencimento que detém. Que o governo não se esqueça disso!

Guindaste cai durante obras na orla da Praia do Forte

Equipamento caiu em uma área onde
 era liberada a passagem de pessoas

Um guindaste que era usado nas obras de reforma da orla da Praia do Forte, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, caiu neste sábado (12) em uma área de passagem de pedestres. O guindaste caiu sobre parte da estrutura e também na areia da praia.
A prefeitura confirmou que parte do trecho estava liberado para o trânsito de pessoas. Apesar do susto, ninguém se feriu. Ainda de acordo com a prefeitura, a queda do guindaste pode ter sido causada por uma rajada de vento forte.
Segundo o Instituto Climatempo, o vento neste sábado sopra em Cabo Frio na direção nordeste com velocidade média de 37 Km/h, além de rajadas que podem chegar aos 50 Km/h.

Fonte: http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/noticia/2013/10/guindaste-cai-durante-obras-na-orla-da-praia-do-forte-em-cabo-frio-rj.html
CAMINHAO-GUINDASTE-ORLA-3
CAMINHAO-GUINDASTE-ORLA-1
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